top of page



A Semana do Rock 2025 chega com uma proposta de reflexão sobre o universo das bandas: como elas se formam, como os músicos aprendem, compõem e constroem seus repertórios. O tema nasceu a partir da pesquisa de mestrado da professora Teresa Criscuolo, organizadora do projeto Noite do Rock.


Inspirado nos estudos de Lucy Green, Margarete Arroyo e Paulo Freire, o projeto valoriza a convivência entre diferentes formas de aprendizagem musical dentro de um espaço formal e tradicional de ensino, reforçando que a diversidade enriquece a construção do conhecimento e da arte.


Nesta edição, uma roda de conversa reunirá cinco bandas sergipanas (The Nicks, Mr. Skull, Ferraro Trio, Karne Krua, Renegades of Punk) que compartilharão suas trajetórias, além do maestro e produtor James Bertisch, que abordará o processo de criação e produção musical. O público também poderá prestigiar a apresentação do Grupo Pedagógico de Rock do Conservatório de Música de Sergipe, sob orientação da professora Teresa Criscuolo.



Entre as atividades da programação, destaca-se também o “Clube do Blues nas Escolas”, conduzido por Abita Floyder, Saulo Ferreira e Silvio Campos. A iniciativa tem como objetivo despertar o interesse dos estudantes pela música, com foco no gênero blues, além de promover reflexões sobre cultura, história e a representatividade de gênero na cena musical sergipana.


📍 Local: Sala Villa-Lobos – Conservatório de Música de Sergipe📅 Data: 15 a 19 de setembro🎟 Entrada gratuita



Programação

Dia 15 de setembro

18h30 – Abertura da Semana do Rock 2025

19h00 – Show com Mariscombona


Dia 16 de setembro

19h00 às 21h00 – Karne Krua e Projeto Ponto de Cultura da Liberdade


Dia 17 de setembro

18h30 – Abertura com Grupo Rock à 4 Mãos

19h00 às 21h00 – Palestra-show com Maestro James Bertisch: “Camadas do Processo de Criação e Produção Musical”


Dia 18 de setembro

18h00 – Apresentação da banda Noite do Rock III

19h00 às 21h00 – Show com Renegades of Punk


Dia 19 de setembro19h00 às 21h00 – Shows com The Nicks e Mr. Skull

 
 

A Orquestra Sinfônica Aprendiz apresenta  o espetáculo "A Odisséia de Pink", um musical de rock sinfônico idealizado e produzido pelo maestro James Bertisch, especialmente para o projeto realizado em parceria entre o Conservatório de Música de Sergipe e  o Instituto Federal de Sergipe.


A montagem traz uma releitura inédita do icônico personagem Pink, do filme The Wall (1882), dirigido por Alan Parker, e propõe uma viagem musical que percorre algumas das obras mais marcantes da banda britânica Pink Floyd. 


O concerto integra a programação pedagógica da Orquestra, que tem como missão proporcionar aos estudantes de música da rede pública a experiência orquestral em sua integralidade, e para isso também inclui em sua programação concertos que promovem a fusão da música erudita com a música popular.


No palco, a narrativa se desenvolve em torno de uma reflexão poética sobre o ciclo da vida, conduzida por arranjos orquestrais que unem emoção, intensidade e inovação. O repertório selecionado abrange clássicos lançados entre 1973 e 1994, como In the Flesh?, High Hopes, Money, Comfortably Numb, The Great Gig in the Sky e On the Turning Away.  Com uma proposta ousada, "A Odisséia de Pink" promete emocionar fãs de rock e apreciadores de música sinfônica, transformando clássico do Pink Floyd em uma experiência artística única. 




A ODISSÉIA DE PINK é um musical de rock sinfônico concebido e produzido pelo maestro James Bertisch, baseado em canções da banda britânica Pink Floyd. Pink é um personagem fictício retratado no filme “The Wall” (1982) do cineasta britânico Alan Parker, falecido em 2020. O filme, produzido em um formato híbrido que combinava ação com animação, se constitui numa representação visual do álbum homônimo do Pink Floyd, lançado em 1979 com composições majoritariamente do baixista Roger Waters.


O álbum, de cunho autobiográfico, retrata as múltiplas facetas da vida de um artista talentoso, que se mostra impotente para lidar com seus dramas pessoais, tais como: a perda do pai falecido na segunda guerra mundial, a relação com a mãe protetora, o conflito com professores opressores e autoritários, o insucesso nas relações com as mulheres, e por fim as intempéries da vida artística.


Em dado momento, Waters declarou que, devido a todo esse contexto emocional que o atormentava, passou a se sentir distante do próprio público através de uma barreira psicológica representada pelo grande “muro” que se tornou o símbolo imagético da obra. Como elemento indissociável da produção, ressalta-se a atuação magistral do guitarrista e vocalista David GIlmour, que apesar de ter uma parte menor no quantitativo de autorias de canções, concebe toda sua paisagem sonora e texturas musicais junto ao lado de renomados produtores e orquestradores.


A Odisséia de Pink propõe uma nova leitura do referido personagem, incluindo no repertório do concerto não apenas canções de “The Wall”, mas também de outras obras primas da discografia do Pink Floyd lançadas 1973 e 1994. As canções foram escolhidas e organizadas de modo a estabelecer uma história, contada através de uma poética musical e reflexiva sobre o ciclo da vida.



PINK FLOYD é uma das bandas de rock mais importantes e bem sucedidas de todos os tempos. Fundada em 1965 em Cambridge (Inglaterra) por Syd Barrett - estudante de artes, substituído em 1968 pelo colega David Gilmour, ambos guitarristas e cantores; Roger Waters - baixo elétrico; Richard Wright - teclados e Nick Mason - bateria, os três últimos estudantes de arquitetura. A banda inicialmente adotou uma sonoridade próxima da psicodelia, influenciada principalmente pelos Beatles.


Na virada da década de 60 para 70, a banda mudou de estilo, migrando para o rock progressivo, movimento que nasceu na Inglaterra, e depois expandiu para toda a Europa. O movimento se caracterizava pela busca da expansão da forma na música, através do uso de harmonias mais  complexas, fórmulas de compasso não usuais, letras inspiradas em temas literários e/ou mitológicos, e o emprego crescente dos recursos tecnológicos disponíveis na época.


O objetivo era transformar o rock em música de concerto, nos padrões da música erudita. Nesse contexto, algumas composições do Pink Floyd se destacaram particularmente por oferecer ao público um efeito que ficou conhecido como space rock, um “rock espacial”. A sensação descrita pelas pessoas, ao ouvir as longas e expansivas canções, era algo como “estar numa viagem interestelar musical”.


A discografia do Pink Floyd se divide em quatro fases distintas: a fase psicodélica liderada por Syd Barrett, entre 1965 e 1968; a fase progressiva, onde as letras e conceitos majoritariamente de Roger Waters, se alinhavam à estética sonora desenhada por David Gilmour e Rick Wright; a fase autobiográfica, de 1979 a 1983, com predominância de Waters nas decisões artísticas, o que culminou com sua saída da banda; e a última fase, entre 1987 e 2014, conhecida como a “fase Gilmour”, que assumiu a frente da banda após vitória numa ação judicial estabelecida por Waters. 


ORQUESTRA SINFÔNICA APRENDIZ  é um projeto iniciado em 2024 como grupo pedagógico de formação para os alunos do Conservatório de Música de Sergipe. Em 2025, foi ampliado através de parceria estabelecida com o programa de cultura e arte do Instituto Federal de Sergipe, A missão do projeto é  proporcionar aos estudantes de música da rede pública a experiência orquestral em sua integralidade, e para isso também inclui em sua programação concertos que promovem a fusão da música erudita com a música popular.


Programação musical


IN THE FLESH ? (Roger Waters) - The Wall - 1979

HIGH HOPES (David Gilmour/Polly Samson) - Division Bell - 1994

MONEY (Roger Waters) - The Dark Side of The Moon - 1973

NOBODY HOME (Roger Waters) - The Wall - 1979

THE GUNNER’S DREAM (Roger Waters) - The Final Cut - 1983

COMFORTABLY NUMB (David Gilmour/Roger Waters) - The Wall - 1979

THE GREAT GIG IN THE SKY (Richard Wright/Clare Torry) - The Dark Side of The Moon - 1973

IN THE FLESH (Roger Waters) - The Wall - 1979

ON THE TURNING AWAY (David Gilmour/Anthony Moore) - A Momentary Lapse of Reason - 1987


Ficha Técnica


Arranjos, Orquestrações, Roteiro, Direção Musical e Interpretação de PINK: James Bertisch

Apresentação e Narração: Danielle Ferreira

Regência: Clodoaldo Nunes e James Bertisch

Vozes Solistas: Agatha Henriques, James Bertisch, Marcos Aurélio Dias, Tiago Almada, Victor Hugo

Músicos Convidados: Igor Pessoa (guitarra) e Davysson Lima (saxofone tenor)

Coro Feminino: Agatha Henriques, Marcelle Cristine, Michelle Menezes, Nayara Dutra

Design de Divulgação: Jamilly Vieira (IFS)

Produção Visual de Projeções: James Bertisch e Jurandir Vanzella

Engenharia Sonora: Professor Fábio Alves

Luzes e Projeção: Sérgio Robson

Campanha Redes Sociais e Midias: Kadja Emanuelle (CMSE), Julia Vitória Oliveira  (IFS)



 Serviço

A Odisséia de Pink, um tributo sinfônico ao Pink Floyd - Orquestra Sinfônica Aprendiz

Data: 04 de setembro de 2025

Local: Sala Villa-Lobos (Conservatório de Música de Sergipe, Rua Boquim 313. Aracaju/SE)

Horário: 20h





 
 

O Conservatório de Música de Sergipe (CMSE), unidade escolar vinculada à Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seed), divulga a abertura das inscrições para as Oficinas de Música 2025, totalmente gratuitas e destinadas a estudantes interessados em iniciar sua formação musical.

Além disso, a instituição apresenta uma novidade: o Projeto Glissando – Aulas de Harpa em Sergipe, realizado em parceira com o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe.

 


Formação musical para iniciantes

As Oficinas de Música têm como objetivo democratizar o acesso à educação musical, oferecendo a oportunidade para quem deseja dar os primeiros passos no aprendizado de um instrumento ou do canto. Nesta edição das Oficinas de Música que ocorrem nos egundo semestre, serão disponibilizadas 164 vagas, distribuídas nas seguintes habilitações: canto popular, canto lírico, cavaquinho, clarinete, contrabaixo acústico, flauta transversal, guitarra, saxofone, viola, violão e violoncelo.

O curso será realizado entre os dias 08 de setembro e 03 de dezembro de 2025, com carga horária total de 12 horas, organizadas em encontros semanais. As inscrições estarão abertas das 15h do dia 29 de agosto até as 15h do dia 01 de setembro de 2025, por ordem de inscrição, exclusivamente pela página oficial do Conservatório.

 


Projeto Glissando: Aulas de Harpa no CMSE


Outro destaque deste ano é o lançamento do Projeto Glissando, iniciativa inédita em Sergipe que traz para o público a oportunidade de aprender harpa, um instrumento ancestral que vem se transformando ao longo de séculos, apresentando-se de diferentes formas e técnicas na cultura local de países latinos e no repertório ocidental erudito.


Em Sergipe, a notícia relativa à presença de harpa e de harpista no século XX está ligada à Orquestra Sinfônica do estado (oficialmente criada em 1985), que só passou a contar com uma harpa e uma harpista a partir de 2005. A harpista, Mariana Tudor, recém chegada da Romênia, seu país de origem, atuou como instrumentista no estado desde então e também desenvolveu atividade de ensino a partir de 2006. Através do projeto de ensino de harpa, no qual atuou, foi formada também uma harpista sergipana, Thais Rabelo, a única a prosseguir com os estudos de harpa e a única harpista em Sergipe desde então, atuando como harpista na Orquestra Sinfônica de Sergipe entre 2013 e 2018.


O presente projeto, portanto, parte da cooperação entre duas instituições, o Conservatório de Música de Sergipe e a Universidade Federal de Sergipe, que preocupados com a formação de novos harpistas locais, com o atendimento e consolidação e criação de mercado, mas também com o patrimônio musical local, deseja,  por meio de uma ação de extensão, possibilitar curso livre de harpa, em caráter de oficina, para alunos matriculados no Conservatório de Música e no Colégio de Aplicação da UFS (instituição na qual atua a professora Thais Rabelo, harpista).


As aulas serão ministradas pela Profa. Dra. Thais Fernanda Vicente Rabelo, docente do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe (CODAP/UFS), e acontecerão no Conservatório de Música de Sergipe. O formato prevê aulas semanais, individuais, com duração de 50 minutos, entre os dias 17 de setembro e 03 de dezembro de 2025, totalizando 12 horas de formação.


As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas pelo link disponibilizado abaixo a partir das 15h do dia 29 de agosto às 15h do dia 01 de setembro de 2025. ​São 04 vagas e as inscrições ocorrerão por meio de provas de seleção.

 

📖 Os informativos das Oficinas e do Projeto com todas as orientações para os interessados já está disponível no site do CMSE: www.cmse.com.br.


 

 
 

FUNCIONAMENTO

Segunda-feira a sexta-feira 

Das 07h às 22h

REDES SOCIAIS

  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram

ENDEREÇO

Rua Boquim, 313 - Centro - Aracaju (SE)

Telefone: (79) 3253-8713

cmse.seed@seed.se.gov.br

2018 - 2024  Conservatório de Música de Sergipe 

bottom of page